Grito três:
Tudo tende à preguiça;
Eia indolência brasileira!
Eia macunaíma de ternos!
Aquele que pita um bom cachimbo de ébano de valor imensurável em seu palacete faustuoso não se rebaixa a eqüidade por simples bom senso;
Refutemos a literatura romanesca, floreada e cega;
Não a ruminância ataráxica do sistema;
Não ao sono;
Não ao opiáceo!
Sim ao soco na cara!
Maldita seja também a academização da essência da negritude alcóolica, do sertanejo roto, compactada, martelada em um volume subscrito pelo nome de um burguês branquelo.
Exumemos do caixão a insônia febril, veemente, a literatura tresloucada que, malgrado não ser publicada ou até redigida, é pura e completamente literatura;
A única e verdadeira literatura!
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